Baixo nível de testosterona pode causar diabetes

Paciente com baixo nível de testosterona

Baixo nível de testosterona pode causar diabetes

O baixo nível de testosterona pode aumentar o risco de diabetes tipo 2 para os homens, segundo estudo realizado pela Universidade de Edimburgo, na Inglaterra. Isso porque o hormônio está associado à maior resistência da ação da insulina no organismo, o que causa a diabetes. Veja, a seguir, qual é a relação entre a testosterona e a insulina e como identificar os sinais do baixo nível de testosterona.

Qual a relação entre testosterona e resistência à insulina?

Entre diversas outras funções no organismo, a testosterona atua na queima de gordura corporal. Logo, quando o nível desse hormônio está baixo, a gordura pode se acumular, o homem pode se tornar obeso e a resistência à insulina aumenta.

A insulina é responsável pelo controle das taxas de glicose (fonte de energia das células). O organismo de uma pessoa com diabetes tem resistência à insulina, isso significa que a glicose pode não ser corretamente utilizada e se acumular no sangue. Ao longo dos anos, o quadro pode causar danos aos órgãos, vasos sanguíneos e nervos.

Quais são os sinais e sintomas do baixo nível de testosterona?

A diminuição do nível de testosterona (também chamada de hipogonadismo masculino) é comum e acontece conforme o homem envelhece. Mas, alguns fatores como diabetes já existente, uso de medicamentos e excesso de peso também alteram o nível do hormônio no organismo.

  • Diminuição no interesse sexual e dificuldade de ereção;
  • Redução dos pelos do corpo e massa muscular;
  • Falta de energia e comportamento depressivo.

Se você está sentindo essas mudanças, é hora de procurar um médico. O diagnóstico do baixo nível de testosterona é feito com base nos resultados de um exame de sangue.

Como tratar o baixo nível de testosterona?

Existem diversas opções de tratamento para o baixo nível de testosterona. Mas apenas o médico pode dizer qual é o melhor para você. Veja quais são:

  • Adesivos – liberam uma pequena quantidade de testosterona na pele;
  • Pomadas – são espalhadas pelo corpo uma vez ao dia, todos os dias;
  • Comprimidos – são colocados na gengiva ou boca duas vezes ao dia;
  • Implantes de pele – podem ser trocados a cada três ou seis meses;
  • Injeções – pode ser utilizada a cada uma ou duas semanas.

Referências

 

PP-PFE-BRA-0871

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13 julho, 2018

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