Qual a relação entre a alimentação e saúde mental?

Mulher cozinhando, consciente da relação entre alimentação e saúde mental – Mais Pfizer

Qual a relação entre a alimentação e saúde mental?

A alimentação pode influenciar a nossa saúde física e até causar doenças, como a hipertensão pelo consumo exagerado de sal. Mas também há cada vez mais estudos conectando a alimentação e a saúde mental. Conheça alguns nutrientes que vem sendo estudados e como a ciência está conectando alimentação e saúde mental.

Nutrientes que estão relacionados com alimentação e saúde mental

Pesquisas têm evidenciado a importância de uma alimentação saudável, rica em nutrientes, para que todos os processos químicos que acontecem no cérebro sejam adequados, protegendo, evitando e até servindo como aliados no tratamento de doenças mentais, como a depressão ou esquizofrenia.

Fibras alimentares – podem aumentar a capacidade de atenção e diminuir a sensibilidade ao estresse. Você pode encontrar fibras alimentares nos seguintes alimentos:

  • Frutas;
  • Leguminosas;
  • Hortaliças;
  • Cereais integrais.

Flavonóides - têm função antioxidante e anti-inflamatória, ajudando a inibir o estresse. Estudos sugerem que esse nutriente tem bons resultados quando aliados ao tratamento da esquizofrenia e depressão. Invista em:

  • Frutas;
  • Verduras;
  • Cereais.

Ômega 3 – baixos níveis de ômega 3 podem estar ligados à depressão, esquizofrenia e demências. Boas fontes são:

  • Peixes;
  • Fígado de bacalhau;
  • Frutos do mar.

Vitamina D – a deficiência dessa vitamina pode estar relacionada à esquizofrenia, depressão e doenças mentais crônicas. A principal fonte é a exposição ao sol, pois a vitamina D é sintetizada pelo nosso organismo quando isso acontece. Para obter a quantidade diária que necessitamos, é preciso tomar sol com a maior parte do corpo exposta sem proteção solar, por 20 minutos. Embora seja muito pouco o que conseguimos absorver de vitamina D dos alimentos, ela pode ser encontrada nos seguintes:

  • Peixes, como salmão e sardinha;
  • Frutos do mar;
  • Ovo;
  • Leite e derivados;
  • Fígado;
  • Cogumelos.

Vitamina C – estudos evidenciaram que pessoas se sentiram menos indispostas, deprimidas e ansiosas após ingerirem vitamina C. O nutriente pode ser encontrado em:

  • Frutas, como laranja, limão, goiaba, kiwi e acerola;
  • Verduras, como couve e brócolis.

Vitaminas B3 e B6 – a falta de ambas vitaminas pode causar confusão mental, depressão e insônia. As melhores fontes são:

  • Carnes não-processadas;
  • Leite;
  • Ostras;
  • Peixes;
  • Fígado;
  • Cereais;
  • Sementes oleaginosas;
  • Banana;
  • Batata-doce;
  • Abóbora;
  • Pêssego;
  • Goiaba.

Vitamina B1 – é essencial para o bom funcionamento cerebral e dos nervos, além de ajudar o corpo a resistir a situações de estresse. A falta da vitamina pode causar confusão mental e dificuldade na fala. As melhores fontes são:

  • Peixe;
  • Carne de porco;
  • Grãos;
  • Sementes oleaginosas.

Vitamina B12 – contribui para adiar o aparecimento de sintomas de demência por velhice e na melhora na linguagem e cognição quando usada de forma preventiva. Em adolescentes, a falta de vitamina B12 pode desenvolver sintomas de deficiências cognitivas. As principais fontes são:

  • Frutos do mar;
  • Fígado;
  • Carne vermelha e branca.

Manganês, Cobre e Zinco – ajudam a proteger o organismo contra os radicais livres e podem evitar a alterações no cérebro. Você pode encontrar esses nutrientes em alimentos como:

  • Cacau em pó;
  • Farinha de soja;
  • Lentilha;
  • Açúcar mascavo;
  • Nozes;
  • Peixes e moluscos;
  • Cereais;
  • Sementes oleaginosas;
  • Frutas;
  • Castanhas;
  • Tubérculos.

Referências

 

PP-PFE-BRA-1664

13 maio, 2019

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